Instrutora Ana Luísa Paulo

A nossa evolução dá-se através da qualidade das relações que estabelecemos com o nosso corpo, a nossa mente, a nossa essência e com o ambiente que nos circunda.

Situado entre Santa Cruz e A-dos-cunhados, junto ao Vimeiro aí nos encontra, mais propriamente Casal D' Além!

Uma forma de estar mais saudável e inteligente.

Venha visitar!

Marcações para aula experimental: 91 645 33 19
Email: anacentrodeyoga@gmail.com
Professora Ana Luísa Paulo

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Se ...


Dizem que tudo o que precisamos na vida vem até nós...


"Dizem que tudo o que precisamos na vida  vem até nós..."

Às vezes  questionamos  porque nascemos em determinada família, em determinado lugar...
Há quem diga que nós já sabemos tudo só temos mesmo é que recordar, recordar o nosso propósito, o nosso objectivo de vida, afinal o que fazemos aqui:)

Várias foram  as vezes que escrevi sobre isto, mas como estamos em constante mudança e evolução, vários são também os estados de consciência que vamos atingindo e portanto à sempre mais que vamos recordando. Neste propósito de "recordar" é bom relembrar que há que seguir um caminho, a intuição, que por sinal está no nosso coração. No nosso passado havia um poeta português que dizia  que "o coração tem razões que a razão desconhece"...

Neste caminho que trilho, tal como todos  vocês, cada vez mais isso me é revelado, pelas sincronias e, também por outras tantas coisas.
Chamo a atenção mais uma vez para o facto que tudo é energia viva...tudo tem as suas qualidades e os seus propósitos nesta terra, neste lugar.

Sempre que abro a porta do frigorifico, a porta da dispensa existem coisas que me chamam atenção de uma forma diferente, não só a mim, mas a todos também. Falo no frigorifico mas pode ser outra coisa qualquer...pode ser o guarda vestido, o quintal, as pessoas com as quais me cruzo na rua, nos estabelecimentos. 

Alguns talvez vão dizer, nunca senti ou percebi nada disso...talvez...mas talvez você também seja uma pessoa dispersa, desatenta ao presente...
Alguns escolhem viver a pensar no passado...outros perdem-se com os sonhos no futuro...e esquecem  de estar presentes. Esta dispersão para trás ou para a frente tem um custo energético muito elevado, corta a nossa capacidade de "produção no agora" e, deixamos de ser capazes de usufruir de tudo aquilo que o presente nos dá. 
O presente dá-nos as sincronias de todas as coisas que nós precisamos para sermos felizes no agora..." O tempo é agora "!

Porque será que hoje há crise? 
A maior parte da pessoas comprou grandes casas ( muitos m2 quadrados), na altura a atenção estava no futuro ...depois pagarei...
Depois pagarei o Carro...
Pagarei  também a aparelhagem de último grito...
As férias de sonho....
e tantas outras coisas... pagarei...pagarei...enfim, só contratos e promessas... 
Não digo para deixar de projectar os seus sonhos, não é isso!
   Projecte sim, mas primeiro faça o caminho para lá chegar, o sabor da conquista será com certeza outro e o percurso ainda mais intenso e saboroso, pois tem uma meta, uma inspiração.
   O único local onde a letra "S" vem antes de " T " é no dicionário, pois na vida primeiro vem o Trabalho e só depois o Sucesso...( alguém um dia disse e, eu repito).
Gostaria que cada um olhasse o presente e tira-se as suas próprias conclusões...Precisarei de uma casa de 200 m2...isso acrescentará felicidade ao momento presente, ou aumentar a ansiedade ao futuro?
Afinal o que preciso para ser FELIZ....
Com que ferramenta a felicidade se mede e qual será a sua medida.
Um dia a minha felicidade apresento-se num padrão de medida que eu não estava habituada, um estado de consciência. Quando isso me foi revelado eu pensei, afinal, o que andei eu a fazer todos estes anos...naquele momento acenderam-se várias luzes dentro de mim que continuam a iluminar o meu caminho e a dar-me a persistência ao ensinamento aos outros.
Aprendi também que precisava de um método e  descobri o  Yôga, pois percebi também que nem todos chegariam lá sem um método.

        Com carinho e Yôga no coração 
          Ana

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Ensinamentos preciosos


Costumo ler sem buscar por vezes nada em especial mas apenas o prazer de tomar contacto com a sabedoria deixada ou transmitida por tantos seres.
Alguns escrevem só pelo prazer, outros porque a alma empurra...
Aprendi a reler tudo aquilo que me acaricia e toca a alma...
Nas palavras mais simples sem grandes retoques consigo ver a honestidade, despida de conceitos e vestida de pureza é assim que vou encontrando  a  verdade...
A verdade encontra a verdade quando a sente ...
O " sentir"  é  aquele sentido perdido pela humanidade quando esta se esqueceu do que era a vida e qual o seu propósito ...
Faz bem relembrar o nosso também:)

Hoje li estas linhas, que me tocaram profundamente...
Deixo aqui a partilha deste momento


Ensinava o sábio Paramahansa Yogananda (1893 - 1952):
"Se plantaste, espera. Confia, com paciência e sem pressa.
Não arranques a semente todos os dias para ver se já está nascendo."
José Hermógenes (1921-), em Yoga: caminho para Deus (1984)


Com carinho e Yôga no coração,
Ana Paulo

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O êxito é fruto da disciplina


Fevereiro

Em forma de aulas complementar em Fevereiro teremos um programa especial de técnicas especificas de Yôga para trabalhar a região abdominal e perda de peso. As aulas estão agendadas para segundas e quartas pelas 18:30, têm a duração de meia hora. Inscrições abertas.






http://www.facebook.com/pages/Forma%C3%A7%C3%A3o-de-Egr%C3%A9gora/169741926463694

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Sobre os Siddhis





Siddhi 

O caminho para o samádhi conduz à posse de poderes miraculosos e constituem indicações sobre o progresso espiritual, mas o yôgin deve evitar exibi-los ou usá-los, pois poderiam desviá-lo de seu objetivo principal, o samádhi.Listas de siddhis encontram-se em muitas das antigas literaturas indianas. 

Segue um exemplo:"Com o seu coração sereno, tornado puro, translúcido, destituído de mal, leve, pronto para agir, firme e imperturbável (...) Ele usufrui desse poder sob suas variadas formas; sendo um, torna-se muitos; sendo muitos, torna-se um; faz-se visível ou invisível; atravessa sem dificuldade uma parede, muralha, uma colina, como se fossem de ar; penetra de alto abaixo na terra sólida, como através de água; caminha sobre as águas, sem afundar, como sobre a terra firme; viaja, as pernas cruzadas e dobradas, pelos céus, como os pássaros com suas asas. Ele se eleva até a própria lua e o sol, tão fortes, tão poderosos, e os toca com a mão; permanecendo em seu próprio corpo atinge mesmo o céu de Brahman (...) Com uma clara e celestial audição que sobrepuja a audição humana, ele ouve os sons humanos e celestiais, estejam perto ou longe. (...) Penetra com seu próprio coração nos corações dos outros seres, dos outros homens, ele os conhece. (...) Com seu coração sereno etc., dirige e inclina sua inteligência em direção ao conhecimento da memória de suas existências precedenes" (Sámañña Phala Sutta, 87 e ss.; Dígha Nikáya I, 78 e ss.) - Do livro Yoga, Imortalidade e Liberdade, de Mircea Eliade]

Retirado da pág, facebook
Yôga a Serio

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Yôga chittta vritti niroddhah

( Yôga é a parada dos turbilhões da mente )
                             Pátañjali, Yôga sutra 1;2


Um ponto de Vista




Yôga é uma filosofia prática, uma filosofia de vida que visa a auto integração.

No passado remoto da Índia, o Homem quis se reunir, reintegrar-se, convergir a si mesmo suas forças dispersas : Estava surgindo o Yôga ( União ) O homem se uniu a outros homens e constitui a civilização. E todas as vezes que essa civilização lhe parece oprimir, já que é acima de tudo um subproduto do intelecto, disciplinador do instinto, ele se volta para  suas origens e busca no yôga o conforto e as respostas a tantas perguntas que nenhuma outra filosofia logrou satisfazer. Finalmente,  unindo-se, identificando-se  com todos, com tudo, com toda a Criação, Chega-se a unir-se ao criador. Noutras palavras, conhecendo-se a si mesmo conhece o Todo, penetrando o Microcosmos mergulha no Macrocosmos.
Aí estão as três etapas da realização Yôgi : união consigo mesmo, união com os demais Seres, União com o absoluto !

Não se pode  precisar a data de surgimento do Yôga porquanto os mais antigos documentos históricos referem-se a ele como algo já muito ancestral. Sabe-se que a sua codificação foi por volta do século terceiro antes de Cristo, mas sabe-se igualmente que quando foi codificado por Pátanjali, já havia sido escrito há muitos séculos e tais escritos citavam a transmissão  oral desde antes da chegada dos arianos, portanto há milénios.

Voltando-nos para a mitologia, encontramos diversas lendas que relatam a origem do Yôga e elas nos fornecem dados importantes na Cosmogêneses e na Antropogênese Hindu. Porém  as lendas são sempre sujeitas a interpretações, logo passíveis de erro.

Uma das mais antigas lendas relata que o Yôga surgiu na Terra quando um peixe, Matsya, assistiu ao deus Shiva ( que corresponde no hinduísmo à nossa intrepertação de cristo, aspecto renovador) quando este ensina a sua Shakti Parvati, os exercícios  de Yôga ( Shakti = Força, por extensão, esposa) .

O peixe imitou Parvati e, através do que praticou, transformou-se em Homem ( evolução do peixe ao mamífero Humano). Observe-se a analogia desta lenda com a  alegoria bíblica de Eva, Shakti através da qual o homem primitivo foi lançado para fora do seu habitat original (para a terra). Até a serpente se encontra nesse processo  simbólico, sob a forma de kundaliní, energia sexual.

Outras lendas  afirmam que as técnicas do Yôga seriam originárias de outros orbes.

Os mais radicais defendem que na Lemúria utilizavam-se  certas práticas inconcebíveis para nós outros, e que visavam proporcionar ao povo lemuriano o que ele mais necessitava devido à sua carência.

Milénios mais tarde, o continente Atlante veio a substituir geologicamente  o da Lemúria e aquelas práticas foram herdadas pela raça vermelha que habitava a Atlântida. Passaram-se muitos outros milénios e a Atlântida rachou-se ao meio, uma parte submergindo. Seus sábios detentores de toda a ciência teriam então se retirado com alguma antecedência, indo para a Ásia, perpetuando , dessa maneira, aqueles ensinamentos da prática citada, que já era utilizada na Lemúria.

Na India eles foram recebidos com o nome de Manús e teriam transmitido aos indianos de antanho, o sânscrito e a sua “ escrita dos deuses ”, o devanagari ( deva= deuses; nagari = escrita ), assim como sua superior tecnologia psicossomática, a qual foi denominada Yôga.

Da Índia, essas ciências foram para o Egipto, acolhidas em suas Escolas de Mistérios, fonte na qual bebeu Moisés, como príncipe egípcio que era, e por seu intermédio passaram essas doutrinas do Egipto para o povo de Israel onde ganharam nova roupagem : a Cabala. Graças a Orfeu, que também se iniciou nos mistérios do Egipto, a Grécia conheceu rudimentos dessas doutrinas, sob cujas adaptações se erigiram suas escolas  iniciáticas.

Há sem dúvida uma identificação perfeita entre a mitologia grega e a hindu, como também no Decálogo de Moisés é bastante semelhante ao Decálogo Ético do Yôga ( Cinco Yamas e Cinco Niyamas).

Eis aí algumas das origens propostas para o Yôga. Conquanto não precisemos endossar nenhuma, por outro lado bem podem ser todas simultaneamente verdadeiras, guardadas as prudentes reservas que caracterizam o bom – senso.

Calcula-se que há cerca de 3 mil anos atrás o Yôga uno e original, começou a se dividir e subdividir em dezenas de especialidades.  Sob um aspecto, isto foi positivo pois passou a oferecer alternativas simplificadas, mais facilmente aplicáveis a cada temperamento humano ou a cada interesse mais ou menos imediato...todavia sob outro aspecto, fragmentou sua estrutura antiga que já era considerada íntegra e perfeita .

Extraído
“Prontuário de Yôga Antigo,” Swásthya Yôga, Prof DeRose.

O Swásthya Yôga, é tido como o mais completo, ultra integral. Ele é também Pré clássico, Pré Ariano. Uma sistematização  executada pelo Mestre DeRose.







sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

"Se você nunca falhou, você nunca tentou algo novo"! Albert Einstein


Damos muitos nomes aos julgamentos que fazemos sobre os outros ...
A felicidade de cada um é fruto das suas escolhas individuais e raramente de escolhas colectivas!

Os maiores " vencedores em felicidade" encontram-se entre aqueles que escutam o seu coração, aqueles que se ouvem a si próprios!
Os "felizardos" choram em algum momento da sua vida, são julgados, sentem-se solitários mas não vivem na solidão, encontram dentro de si um mundo de possibilidades desconhecidas para a maior parte do mortais. Convivem com a beleza, com a arte, com a sensibilidade, com a generosidade, com o Amor, com a paixão e conseguem resgata-la para a sua vida! Como não estão " sós " e acreditam no universo, esperam calmamente que a janela da sua vida se abra !

Trabalham arduamente e lutam por uma maior consciência!
Ficam tristes quando vêm ao seu redor braços baixarem, eles nunca desistem ! 
São colocados de parte e até chamados de loucos por uns "poucos"!
Acredito que todos gostariam de vez em quando também de  serem chamados de " Loucos " !
Experimente !

Ana Luísa Paulo